Só podia ser coisa de EMO!

Cultura No Comments Autor: Cícero Rolim

Hoje estava lendo algumas notícias quando encontrei esta: “SP: polícia procura “vampiro” que atacou 15 jovens“. Na hora pensei que era mais um hype do naipe “Chupa-Cabra“, mas mesmo assim decidi ler o restante da matéria. A reportagem apresenta que um vampiro tupiniquim, chamado “Vandeir Máximo da Silva” estava atacando alguns jovens EMOs, mordendo o pescoço das vítimas e dizendo que as mesmas seriam imortais.

Vandeir Máximo da Silva

“Vandeir Máximo da Silva, reencarnação do Bento Carneiro

Ora bolas, um vampiro, com nome de pedreiro, atacando EMOs. Sinceramente, a cada dia que passa fico mais preocupado com esta geração de chorões, maquiagem preta e franja na testa. Continuo apoiando a teoria de que “EMO é falta de laço” ou talvez “EMO é falta de escola”. Pois acreditar que sendo mordidos por um Vampiro com sobre nome da “Silva” teriam sua imortalidade garantida, é o tipo de pensamento de alunos de pré-escola ou jardim de infância. Afinal, esses ainda são os únicos a caírem no conto do “Bicho Papão” e “Papai Noel“.